quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Ainda somos ^A^njos.



Quando em nossa inocência falamos em carma ou depressão
No fundo pouco sabemos sobre um ou outro. 
Mas acreditamos que um anjo vai nos ajudar 
e enquanto não vem a ajuda vamos 
sendo o anjo que nossos amigos esperavam.

Ainda somos anjos

Quando nosso emocional já cansado da luta pela sobrevivência 
ainda tem forças para levar pela mão aquele
que perdeu o motivo da vida.

Ainda somos anjos

Quando aprendemos a escutar nossos corações que
muitas vezes já ferido ainda se coloca a disposição
de um novo amor.
Quando deixamos a criança dentro de nós falar
bem de leve em nosso ouvido o quanto ainda
temos de amor para dar.

Ainda somos anjos

Quando descobrimos que apesar de carregamos em
nossos corações mágoas que não sangram mas tam-
bem não cicatrizam descobrimos a beleza da
bondade e somos capazes da doçura do carinho.

Ainda somos sonho

Quando perdemos o medo do novo. 
Quando construímos nossos velhos desejos 
colocando pedra por pedra o castelo que sonhamos. 
E mesmo com as ferramentas já gastas pelo tempo, 
os braços fracos ainda somos capazes
desta construção.

Ainda somos a fé

Quando agradecemos a vida, quando erguemos nossos
olhos para o eterno e sentimos em nós a presença de
DEUS

Somos anjos sim.

PELO SIMPLES DESEJO DE VIVER, DE SONHAR,
DE SE DAR, DE AMAR.

(Jorge Reigada)


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O choro....



O choro....
O peito que arde, 
A angústia que bate 
A dor que fenece.
O sonho não vivido, 
A perda de um amor, 
O tempo que passou 
Sem nunca voltar atrás.

Não fez, não conseguiu
Se arrependeu, frustrou-se
Foi embora, sumiu...
Triste dilema, levou as mágoas
Veio a dor, murchou a flor 
Virou poema.

Medo súbito,
Do destino incerto,
No caminho quieto
Suspira esperança
Esvazia em líquido
Um mar de emoções
É cativo de prisões
E ninguém o alcança...

Sozinho no canto espera,
Espera e aguarda,
Uma mão amiga e sincera
Um consolo para a sua alma
A morte e a vida
O bem e o mal,
O choro e a alegria
O contraste eternal.

Autor: Desconhecido


"Depois de todas as tempestades e naufrágios, o que fica em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro”.


Caio F. de Abreu



"A saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar."